Pavement

Pavement
Pavement em Tokyo
Informações gerais
OrigemStockton, Califórnia
PaísEstados Unidos
Gênero(s)Indie rock, lo-fi, noise rock, rock alternativo[1]
Período em atividade1988 - 1999
2010
2022 - 2023
Gravadora(s)Drag City
Matador
Big Cat
Pony Canyon
Domino
IntegrantesStephen Malkmus
Bob Nastanovich
Scott Kannberg
Steve West
Mark Ibold
Ex-integrantesGary Young
Jason Turner (Fawkes)
Página oficialpavementband.com

Pavement é uma banda de rock alternativo americana, considerada por muitos um dos principais pilares da cena indie dos anos 1990. Formada em 1988 em Stockton, Califórnia, era inicialmente um projeto de estúdio de dois guitarristas, Stephen Malkmus e Scott Kannberg, com a ajuda do baterista Gary Young. Depois do lançamento do primeiro disco da banda, Slanted and Enchanted (1992), entraram para a banda o baixista Mark Ibold e um baterista de apoio, Bob Nastanovich. Com a saída de Gary Young, foi também chamado o baterista Steve West.

A banda lançou mais 4 discos pela gravadora Domino Records, todos aclamados por crítica e público. Apesar de nunca ter feito sucesso comercial, a banda sempre teve apoio de uma enorme e fiel legião de fãs dentro da cena alternativa, que lotava seus shows tanto dentro dos EUA quanto no exterior.

Em 1999, durante a turnê do álbum Terror Twilight, a banda anuncia que está entrando em um hiato de tempo indefinido. Esse hiato na verdade era um eufemismo para o fim do grupo, causado principalmente pelo distanciamento de Kannberg e do crescente descontentamento de Malkmus com ele. A gravadora ainda lançou um DVD com todos os videoclipes da banda, diversos shows e entrevistas.

Em 2010, a banda voltou de seu hiato realizando shows pelos EUA e Europa, com uma nova turnê pela Europa, Estados Unidos e Japão marcada para 2022 e 2023.[2]

História

1989–1992: Formação e Slanted and Enchanted

Pavement foi formada em Stockton, California, em 1989 como um projeto de estúdio dos guitarristas e vocalistas Stephen Malkmus e Scott Kannberg, conhecidos originalmente como "S. M." e "Spiral Stairs".[3] Seus EPs de estreia foram os lançamentos lo-fi Slay Tracks: 1933–1969, Demolition Plot J-7, e Perfect Sound Forever. Foram gravados no Louder Than You Think, o estúdio caseiro, em Stockton, do ora hippie Gary Young, que também tocou bateria nas gravações. Após ouvir as músicas do duo, Young foi citado por dizer "esse idiota do Malkmus é um completo gênio letrista".[4]

Durante essa época, a banda foi frequentemente comparada com a banda inglesa de rock The Fall. Kannsberg declarou numa entrevista em 1992 que ele preferia a banda The Replacements, de Minneapolis.[5] O vocalista do The Fall, Mark E. Smith declarou que Pavement era um "rip-off"[6] (roubo, cópia) e que eles não "tinham uma ideia original em suas cabeças";[7] outros membros do the Fall foram mais positivos.[8]

Após o lançamento de Slay Tracks, um novo baterista, Jason Turner, foi selecionado para substituir Young.[9] Entretanto, após apenas uma turnê e um conjunto de sessões de gravação, Young foi restituído.[9] Malkmus, mais tarde, descreveu Turner como "aquele cara deprimido que poderia me assassinar qualquer dia... Ele é bem competitivo."[10] Na mesma época, Bob Nastanovich foi incorporado à formação ao vivo como um percussionista auxiliar. Malkmus e Nastanovich foram colegas de quarto na cidade de Nova York.[10]

A primeira performance da banda foi em 14 de dezembro de 1989, na rádio universitária local KDVS-FM em Davis, com Malkmus, Kannberg e Turner.[11][12] Em 1990, Pavement embarcou em sua primeira turnê com um terceiro guitarrista, Rob Chamberlin, que saiu para se unir a uma banda chamada Sugartime antes de Ibold se unir ao grupo.[13]

A banda indie britânica The Wedding Present fez um cover da canção "Box Elder", de Slay Tracks, depois de o baixista ter descoberto o álbum durante uma viagem aos Estados Unidos. Como Pavement ainda era desconhecido na época, as pessoas erroneamente assumiram que a gravação original era o cover.[14] O vocalista da The Wedding Present, David George, deu um EP do Pavement a John Peel, que rapidamente se tornou grande fã da banda.[15]

Por volta de 1992, Pavement se tornou uma banda em tempo integral, com Malkmus, Kannberg, Young, Nastanovich e o baixista Mark Ibold, que tinha sido um dos primeiros fãs da banda. Seu álbum de estreia, Slanted and Enchanted, foi lançado comercialmente em 1992 depois de cópias circularem em fita cassete por aproximadamente um ano. Embora a influência percursiva do The Fall ainda fosse penetrante, assim como a da banda inglesa de post-punk Swell Maps, muitas das faixas também exibiam um forte senso de melodia. Desde seu lançamento, Slanted and Enchanted apareceu em muitas listas de críticos como um dos melhores álbuns e é frequentemente citado como sendo um dos mais influentes álbuns de rock indie dos anos 1990.[16][17][18] O álbum está na lista de 500 Maiores Álbuns de Todos os Tempos da Rolling Stone. No mesmo ano, a banda lançou o EP Watery, Domestic.[carece de fontes?]

1993–1994: Crooked Rain, Crooked Rain

Durante a turnê de Slanted and Enchanted, o comportamento de Gary Young ficou mais excêntrico; ele distribuía repolho e batatas para os fãs na entrada do evento, "plantava bananeiras", caia de seu banco bêbado e corria pelo local do show enquanto o grupo tocava.[19] A banda só entendeu quão severo o problema era depois dos primeiros tours. Malkmus, depois, disse a Tape Op: "Nós sabíamos que ele era meio hippie e doido, mas não sabíamos que ele tinha um problema tão grande com a bebida. Nós descobrimos em tour, porque ele ficou mal de tão nervoso... É por isso que eu coloquei o Bob na banda... Manter a batida rolando se o Gary desmaiar."[10] Em 1993, Malkmus, sem sucesso, tentou gravar algumas canções no estúdio de Young. Ele mais tarde disse: "Nós meio que não queríamos mais gravar com ele, mas éramos bonzinhos demais para demitir as pessoas ou até falar sobre isso... Nós tentamos gravar lá, mas não estava soando bem e ele não tinha o estúdio pronto e estava numa onda de bebida."[10]

Ao fim da turnê de 1993 na Austrália, Japão e Europa, o grupo fez uma reunião num hotel em Copenhage. Malkmus, Kannberg e Ibold ficaram em silêncio enquanto Nastanovich, melhor amigo de Young na época, brigou com Young. Young concordou em deixar a banda. Ele foi substituído por Steve West, que tinha sido um guarda de segurança no Whitney Museum of American Art com Malkmus e David Berman.[20] A estreia de West foi em 1993 em um festival em Chicago. No mesmo ano, a banda contribuiu para o álbum beneficente No Alternative, produzido pela Red Hot Organization com sua canção "Unseen Power of the Picket Fence".[carece de fontes?]

O segundo álbum da banda, Crooked Rain, Crooked Rain, foi lançado em 1994. A gravação era mais pautada em rock clássico que sua estreia. O single "Cut Your Hair" foi a faixa de maior sucesso, sendo tocada por um período em rádio de rock alternativo e na MTV.[carece de fontes?] Pavement performou performou "Cut Your Hair" no The Tonight Show with Jay Leno.[carece de fontes?] Além disso, o videoclipe da canção passou em "Career Day', um episódio da quinta temporada de Beavis and Butt-head, que a nominaram de "buttwipe music" e também queriam que a banda tentasse mais.[carece de fontes?] A faixa também apareceu no filme A Very Brady Sequel (1996).[carece de fontes?] Como o álbum anterior, Crooked Rain recebeu grande aclamação, sendo incluído na lista da Rolling Stone dos 500 Maiores Álbuns de Todos os Tempos.[carece de fontes?]

A letra de outro single do álbum, "Range Life", criticou as estrelas do rock The Smashing Pumpkins e Stone Temple Pilots. Malkmus insistiu durante os anos que o verso era para ser entendido como leve, sem malícia, e foi cantado do ponto de vista do personagem hippie envelhecido da canção. Versões posteriores ao vivo do single substituíram "Spice Girls", "Counting Crows" e outros por "Stone Temple Pilots". Em resposta, o líder do The Smashing Pumpkins, Billy Corgan, ameaçou tirar a participação da banda do Lollapalooza de 1994 caso o Pavement tocasse no evento.[21] Corgan e Malkmus trocaram farpas na imprensa por muitos anos depois disso.[22][23]

1995–1997: Wowee Zowee e Brighten the Corners

O álbum seguinte, Wowee Zowee, gravado em Memphis e lançado em 11 de abril de 1995, cobriu uma grande gama de estilos, incluindo punk, country e balladry em suas 18 faixas, que frequentemente evitaram estruturas musicais convencionais. No DVD Slow Century, Malkmus atribuiu sua estranha escolha de singles a fumar maconha, declarando que "eu estava fumando muita erva naquela época, mas, para mim, soavam como hits." Por mais que Malkmus tenha dito em entrevistas futuras que o álbum era a última "gravação clássica do Pavement", Kannberg expressou arrependimentos sobre Wowee Zowee. "Nós cometemos alguns erros naquela gravação... nós fomos meio que pressionados para fazer a gravação um pouco mais rápido do que nós estávamos prontos. Quer dizer, eu gosto muito do álbum. É só que se nós tivessemos seis meses a mais para pensar, teria sido muito diferente."[24]

Durante a turnê do álbum, segundo Nastanovich declarou no DVD Slow Century, a banda frequentemente não organizava um setlist antes dos shows, optando por jams pautadas em drogas e álcool em vez de singles populares. Alguns desses shows foram feitos no Lollapalooza de 1995, em que as performances incoerentes receberam uma reação hostil de várias audiências. Gravações do Slow Century mostram a plateia atirando lama e pedras na banda. O grupo deixou o palco imediatamente e se auto nominaram "A Banda Que Destruiu o Lollapalooza".[carece de fontes?]

Wowee Zowee foi seguido do EP Pacific Trim, que foi gravado apenas por Malkmus e os bateristas Nastanovich e Steve West. Seu tempo de estúdio foi originalmente reservado para uma gravação da banda Silver Jews, mas o vocalista David Berman saiu frustrado e o trio decidiu não desperdiçar um horário já pago no estúdio.[carece de fontes?]

Brighten the Corners, lançado em 1997 e produzido por Mitch Easter, foi um álbum mais convencional que Wowee Zowee. Malkmus disse no DVD Slow Century que o álbum foi uma tentativa de mostrar às audiências que o Pavement tinha mais influências mainstream e de rock clássico do que mostrado antes. O álbum contem três das canções mais conhecidas da banda, sendo "Stereo", "Shady Lane" e "Harness Your Hopes". Foi o único álbum a incluir as letras escritas exceto Slanted and Enchanted e vendeu mais que seus antecessores. Apesar do sucesso elevado, a banda continuou a se fragmentar, com seus membros focando mais em outros projetos musicais ou criar suas famílias.[carece de fontes?]

1999: Terror Twilight e término

Em 1999, Pavement começou a trabalhar em seu álbum final, Terror Twilight. A banda originalmente planejou autoproduzir o álbum, alugando o Jackpot! Studios em Portland, Oregon. Mas o grupo não avançou, com Malkmus, Ibold, Nastanovich e a funcionária do Jackpot! e futura baixista do Jicks, Joanna Bolme, geralmente optando por jogar Scrabble em vez de realizar qualquer tipo de trabalho. Kannberg ficou especialmente frustrado com as sessões, particularmente com a recusa de Malkmus em incluir quaisquer de suas canções no álbum.[25]

Nigel Godrich, conhecido por seu trabalho com Radiohead e Beck, foi contratado para produzir Terror Twilight.[26] O produtor queria fazer um álbum que "se mantivesse em pé" e "atingisse pessoas que não gostavam do desleixo charmoso das outras músicas do Pavement."[27] O grupo começou a trabalhar no estúdio do Sonic Youth no sul de Manhattan, Nova York.[28] Godrich achou o estúdio limitante,[28] então mudaram para o RPM Studios perto do Washington Square Park.[29] De acordo com Nastanovich, Godrich teve dificuldades com o jeito casual da banda,[28] e pediu por mais takes do que estavam acostumados.[28] Embora Nastanovich tenha dito que Godrich acatou "desafios substanciais" e "feito um bom trabalho", ele sentiu que ele apenas se conectou com Malkmus e ignorou os outros membros da banda. Nastanovich percebeu que após alguns dias que Godrich nem sabia seu nome.[28] Kannberg estava infeliz que Malkmus não estava interessado em trabalhar nas canções que tinha escrito, e afirmou que esse foi o álbum mais difícil de fazer da banda.[28]

Pavement lançou um último EP, Major Leagues. O lançamento tem três faixas de Malkmus, duas originais de Spiral Stairs e dois covers, "The Killing Moon", de Echo & the Bunnymen, e "The Classical", do The Fall.[carece de fontes?] A banda embarcou em uma turnê global de seis meses para promover Terror Twilight, período em que as relações dentro do grupo se fragmentaram, especialmente entre Malkmus e os outros membros. Após o show em 1999 no Coachella, Malkmus disse aos outros membros que não queria mais continuar.[30] Durante o show final do tour, na Brixton Academy em Londres em 20 de novembro de 1999, Malkmus tinha um par de algemas colocado em seu microfone e disse à plateia: "Elas simbolizam o que é ficar numa banda por todos esses anos."[31] Após aproximadamente duas semanas, um porta-voz disse à NME que o Pavement estavam "aposentados por um futuro próximo."[31]

Em meados dos anos 2000, Malkmus ligou para Kannberg e disse: "Você precisa mudar o website para dizer que nós não somos mais uma banda. As pessoas ficam me perguntando se nós estamos nos separando e você sabe que nós não somos mais uma banda, certo?"[32] Kannberg disse a Malkmus que ele precisava ligar para os outros membros da banda para informá-los que a banda estava oficialmente terminando, mas Malkmus recusou e Kannberg foi deixado com a tarefa de informá-los.[30] West afirmou que ele nunca recebeu nenhuma ligação sobre o término de ninguém da banda e que descobriu que o Pavement tinha terminado pela internet. Nastanovich depois disse "havia cansaço demais para emoções intensas".[33]

2010s: Primeira reunião

Em 15 de setembro de 2009, a BrooklynVegan reportou que o Pavement estava marcado para realizar diversos shows beneficentes no Central Park em Nova York, a partir de 21 de setembro de 2010.[34] Declarações oficiais da banda, gravadora, local e promoter foram liberadas em 17 de setembro de 2009, confirmando a reunião.[35] O anúncio incluiu um concerto no Central Park e a promessa de uma tour, mas informou que a reunião poderia ser um evento único. Foi dito "Por favor, que fique claro que essa turnê não é um prelúdio para voltas e/ou uma reunião permanente."[36] Os ingressos para o primeiro show no Central Park esgotaram em 2 minutos,[37] gerando anúncios para mais três shows no mesmo local.[37]

A banda lançou uma compilação "best-of" em março de 2010, intitulada Quarantine the Past: The Best of Pavement. Em 24 de junho de 2010, o Pavement performou no Bob Hope Theatre, em Stockton, o primeiro show na sua cidade natal.[38] O baterista original, Gary Young, juntou-se à banda, tocando três faixas de Slanted and Enchanted.[39] Young também se juntou a eles para seis canções na noite seguinte no The Greek Theatre, em Berkeley.[40]

Em setembro de 2010, o Pavement apareceu nos programas The Colbert Report e Late Night with Jimmy Fallon.[41] Depois de concluírem o tour pelos EUA no Hollywood Bowl em 30 de setembro, a banda tocou na noite seguinte em Las Vegas no The Palms Casino como uma parte do festival Matador At 21.[42] Durante o set, Scott Kannberg chutou seu monitor e esmagou sua guitarra contra o amplificador em frustração por não escutar a si mesmo.[42] A revista NME observou que a banda tinha uma "atmosfera fria no palco".[42] A banda honrou com mais dois shows na América Latina em novembro de 2010.[carece de fontes?]

Kannberg se juntou a Malkmus and the Jicks no palco do El Rey Theater, em Los Angeles, no dia 28 de março de 2014 para uma performance de "Stereo".[43] Em 1º e 2 de outubro de 2016, Malkmus and the Jicks performaram na celebração de 50 anos do aniversário de Spiral Stairs no Chapel em São Francisco. Na primeira noite, Kannberg se uniu a Malkmus and the Jicks para quatro faixas. Na noite seguinte, Kannberg tocou mais três canções com o grupo, unidos com Gary Young para as duas últimas.[44]

2022: Segunda reunião

Em 1º de junho de 2019, Pavement anunciou que eles retornariam para performar dois shows em comemoração aos 30 anos da banda no Primavera Sound de 2020 em Barcelona e Porto.[45] Devido à pandemia de covid-19, o festival foi cancelado e suas performances foram remarcadas e anunciadas como parte do lineup do Primavera Sound de 2021.[46] Em março de 2021, o festival foi adiado para 2022.[carece de fontes?] Em setembro de 2021, a banda anunciou um tour na Europa para o final de 2022, o primeiro em 12 anos,[47] e anunciou concertos na América do Norte em 2 de novembro de 2021.[48] Em 23 de maio de 2022, a banda fez o primeiro show junta, com ingressos esgotados, no Fonda Theatre em Los Angeles.[49]

Estilo musical

Pavement é considerada uma das bandas que definiram o som "indie" moderno e teve uma grande presença na "slacker culture", uma subcultura dos anos 1990.[50] A banda também é lembrada pelos temas líricos humorísticos e até enigmáticos, que foram um fator determinante para atingirem seu cult following. Malkmus raramente escreveu baladas ou canções de amor e apenas uma pequena parte de sua discografia contém reflexões pessoais ou temas líricos similares, a maioria é satírica ou envolta em sarcasmo.[51]

A banda também é lembrada por não ter um ritmo designado e um guitarrista principal. Malkmus e Kannberg mudavam de papel frequentemente, embora Malkmus tenha tocado como líder pela maior parte de sua carreira. A banda também usava um "hype-man", comum em grupos de hip hop. Bob Nastanovich fazia esse papel, por mais que detestasse o termo.[52] Nastanovich também era um segundo baterista durante suas performances ao vivo e vocalista principal em algumas músicas que precisavam de gritos para poupar a voz de Malkmus.[carece de fontes?]

Discografia

Álbuns de estúdio

Compilações e relançamentos

Ao vivo

  • 2008 - Live Europaturnén MCMXCVII

EPs

CD singles

  • 1992 - Summer Babe
  • 1992 - Trigger Cut
  • 1994 - Cut Your Hair
  • 1994 - Gold Soundz
  • 1995 - Range Life
  • 1995 - Dancing with the Elders (split com Medusa Cyclone)
  • 1995 - Rattled by la Rush
  • 1995 - Father to a Sister of Thought
  • 1996 - Give It a Day
  • 1997 - Shady Lane Pt. 1
  • 1997 - Shady Lane Pt. 2
  • 1997 - Stereo
  • 2000 - Carrot Rope Pt. 1
  • 2000 - Carrot Rope Pt. 2

Outras mídias

Em 2002, Slow Century, um documentário de Lance Bangs, junto de todos os videoclipes da banda, foi lançado como um set de 2 DVDs. Incluiu muito material, tanto profissional quando gravado for fãs, desde os primeiros shows a partir de 1989. As três últimas faixas do último concerto da banda ("Stop Breathin'", "Conduit for Sale" e "Here") foram colocadas no final do documentário. Também no DVD, havia um clipe easter egg do mesmo show, em que Malkmus fala sobre como as algemas colocadas em seu microfone "represetam o que tem de errado em estar em uma banda depois de tantos anos." Um disco bônus com um show completo em Seattle, do início do tour de Terror Twilight foi incluído no segundo disco, assim como diversas canções de seu penúltimo show.[carece de fontes?]

Em 2004, aconteceu a publicação de Perfect Sound Forever: The Story of Pavement, a biografia da banda escrita por Rob Jovanovic.[53] As resenhas do livro foram mistas, com alguns dizendo que ele continha muito do mesmo de Slow Century e expandia pouco além disso, enquanto outros o chamaram de uma "agradável retrospectiva".[carece de fontes?]

Referências

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Bibliografia

  • Jovanovic, Rob (2004). Perfect Sound Forever: The Story of Pavement. (Boston) Justin, Charles & Co. ISBN 1-932112-07-3

Ligações externas

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