Libolo

Libolo

Província Cuanza Sul
Características geográficas
Área 9 000 km²
População 125 000 hab.
Densidade 14 hab./km²

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Libolo é um município da província do Cuanza Sul, em Angola, que tem sua sede na cidade e comuna do Calulo.

Tem 9 000 km² e cerca de 85 mil habitantes (2014).[1] É limitado a norte pelos municípios de Cambambe e Cacuso, a leste pelo município de Mussende, a sul pelo município da Quibala, e a oeste pelo município da Quissama.

O município é constituído pela comuna-sede, correspondente à cidade de Calulo, e pelas comunas de Munenga, Cabuta e Quissongo.[2]

História

Em 1917 a população da região se levantou contra as forças coloniais portuguesas no episódio que ficou conhecido como a revolta do Libolo.[3]

Economia

No Libolo, predomina o extrativismo das palmeiras, quase totalmente aproveitada e transformada, desde a folha, aos frutos, caule e óleos. As terras do Libolo, bem como as do Quibala e do Mussende, são por excelência, campos vastos e ubérimos para as culturas alimentares, incluindo a pomicultura.[4]

Além da agricultura, o município é referência em produção energética pois as turbinas da Central Hidroelétrica de Caculo Cabaça e da Central Hidroelétrica de Laúca estão em terras libolenses, muito embora os centros operacionais e administrativos das barragens estejam, respectivamente, no Cuanza Norte e em Malanje.

Cultura e lazer

No norte do território municipal há as 3 pedras gémeas, os canhões das formações norte do planalto do Amboim e as Quedas de Caculo Cabaça — formadas pelo cruzamento do rio Cuanza com a Serra de Caculo Cabaça, que é uma extensão do planalto do Amboim.[5]

Dentre os marcos arquitetônicos históricos há a Fortaleza do Libolo donde está a "Pedra Escrita", que faz referência à revolta do Libolo.[3]

O município conta com as importantes equipas Clube Recreativo Desportivo do Libolo e Sport Libolo e Benfica, que disputam respectivamente, a primeira divisão do campeonato nacional angolano (Girabola) e o Campeonato Nacional de Basquetebol.[6]

Referências

  1. Libolo. CityPopulation.
  2. Comunas. Ministério da Administração do Território e Reforma do Estado. 2018.
  3. a b Kindala Manuel. “Pedra Escrita” do Libolo símbolo da resistência ao colonialismo. Kalulo. 20 de maio de 2018.
  4. António, João (2008), O micro-crédito como ferramenta para o relançamento da cultura do café na região agrícola do Libolo e Amboim (Angola), UTL.
  5. Francisco Venâncio (8 de maio de 2015). «Vídeo das quedas de Caculo-Cabaça e das 3 pedras gémeas». Kalulo 
  6. História do clube. CRD Libolo. 2016.
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