Invepar

Invepar
Razão socialInvestimentos e Participações em Infraestrutura S.A.
Sociedade anônima de capital aberto
AtividadeInfraestrutura; concessões
Fundação17 de abril de 2000 (2000-04-17)
SedeRio de Janeiro, RJ, Brasil
Área(s) servida(s) Brasil
PresidenteOswaldo Garcia
Vice-presidenteRicardo Rocha Perrone
Divisões
  • Aeroportos
  • Rodovias
  • Mobilidade urbana
Subsidiárias
Acionistas
Websitewww.invepar.com.br
  • Notas de rodapé / referências
  • [1][2]

Investimentos e Participações em Infraestrutura S.A., mais conhecida como Invepar, é uma companhia aberta brasileira de gestão de participações em ativos de infraestrutura, com atuação histórica em concessões rodoviárias, aeroportuárias e de mobilidade urbana. Constituída em 2000, a empresa passou por forte expansão entre o fim da década de 2000 e o início da década de 2010, quando assumiu ou adquiriu participações em concessões como o Aeroporto Internacional de São Paulo-Guarulhos, o MetrôRio, a Linha Amarela, a Via 040 e outros ativos de transporte.[3][4]

A companhia tem como acionistas fundos de pensão ligados a empresas estatais brasileiras — Previ, Petros e Funcef — e o FIP Yosemite, veículo vinculado a credores da antiga OAS, acionista original da holding.[5][1] Após anos de alavancagem financeira, venda de ativos e renegociações de dívidas, a Invepar reduziu seu portfólio e passou a concentrar-se principalmente no Aeroporto de Guarulhos, na LAMSA e em participações remanescentes em concessões rodoviárias e de mobilidade urbana.[6][7]

Estrutura e ativos

Segundo informações divulgadas pela companhia, a Invepar atua por meio de participações societárias em concessionárias de transporte. Em 2025, seu portfólio remanescente incluía participação indireta no Aeroporto de Guarulhos, a concessão da Linha Amarela, no Rio de Janeiro, participação na ViaRio e ativos ou passivos residuais relacionados a concessões encerradas ou em processo de desinvestimento.[7]

Principais ativos e participações
Segmento Ativo Localização Situação Observação Fonte
Aeroportos GRU Airport Guarulhos Em operação Concessionária do Aeroporto Internacional de São Paulo-Guarulhos; a Invepar participa indiretamente do ativo por meio da GRUPar. [4][6]
Aeroportos Aeroportos regionais do Programa AmpliAR  Brasil Incorporados à concessão da GRU Airport em 2026 Doze terminais regionais arrematados pela GRU Airport na primeira rodada do Programa AmpliAR. [8][9]
Rodovias LAMSA  Rio de Janeiro Em operação Concessionária da Linha Amarela; em 2025, parte do capital foi transferida à Mubadala Capital em dação em pagamento. [7]
Rodovias ViaRio  Rio de Janeiro Em operação Concessionária do Corredor Transolímpico, no Rio de Janeiro; a Invepar detém participação minoritária. [6][7]
Rodovias Via 040  Distrito Federal;  Goiás;  Minas Gerais Encerrada em 2024 A concessão foi devolvida ao poder concedente após processo de relicitação; permaneceram discussões financeiras e arbitrais. [6][7]
Mobilidade urbana VLT Carioca  Rio de Janeiro Participação vendida em 2025 A participação remanescente da Invepar foi vendida à Motiva em operação concluída em 2025. [10]
Mobilidade urbana MetrôRio e MetrôBarra  Rio de Janeiro Transferidos em reestruturação Os ativos foram transferidos para a Hmobi em operação de reestruturação da dívida. [11][12]

História

Fundação e primeiros ativos

A Invepar foi constituída em 17 de abril de 2000 para reunir participações em concessões de infraestrutura de transporte. Em seus primeiros anos, a companhia concentrou-se em ativos rodoviários, entre eles a Linha Amarela, no Rio de Janeiro, e a Concessionária Litoral Norte (CLN), na Bahia.[3] Em 2002, foi criado o Instituto Invepar, voltado a ações socioambientais e de responsabilidade social empresarial; em 2005, o instituto obteve qualificação como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP).[13]

Sede da Petrobras, no Rio de Janeiro; a Petros ingressou no capital da Invepar em 2008

Em 2008, a Petros e a Funcef ingressaram no capital da companhia, ao lado da Previ e da então OAS. A entrada dos fundos de pensão ampliou a capacidade financeira da holding e antecedeu uma fase de expansão em concessões rodoviárias, aeroportuárias e de mobilidade urbana.[13][4]

Expansão entre 2009 e 2014

A partir de 2009, a Invepar expandiu sua carteira de concessões. No setor rodoviário, passou a controlar a Concessionária Auto Raposo Tavares (CART), responsável pelo Corredor Raposo Tavares, em São Paulo, após vencer licitação estadual com tarifa inferior ao teto previsto no edital.[14][15] Nos anos seguintes, ingressou em concessões como a Concessionária Bahia Norte (CBN), a Concessionária Rio–Teresópolis (CRT) e a Concessionária Rota do Atlântico (CRA).[16][17]

Estação São Cristóvão, do MetrôRio

No segmento de mobilidade urbana, a Invepar adquiriu em 2009 o controle do MetrôRio, operação que envolveu a compra de ações da Oeste Participações e da Valia.[18] Em 2012, a companhia incorporou a V.P.R. Brasil Participações S.A., o que levou ao controle da LAMSAC, concessionária de projeto viário em Lima, no Peru.[4]

Aeroporto Internacional de Guarulhos, principal ativo aeroportuário associado à Invepar

Também em 2012, um consórcio liderado pela Invepar venceu o leilão de concessão do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em parceria com a Airports Company South Africa. A concessão, com prazo original de 20 anos, foi arrematada por 16,213 bilhões de reais, com ágio de 373,51%, em leilão promovido pelo governo federal.[19][20] A partir de então, a empresa passou a ter presença relevante no setor aeroportuário brasileiro.

Em 2013, a Invepar integrou o consórcio vencedor da concessão do VLT Carioca, no Rio de Janeiro, e venceu a licitação da BR-040 DF/GO/MG, operada pela Via 040.[21][22] Em 2014, foram formalizados novos investimentos, entre eles o início da operação da Via 040, a inauguração do Terminal 3 de Guarulhos e a constituição de operações relacionadas a pagamento eletrônico de pedágios.[23]

Maquete do Terminal 3 do Aeroporto de Guarulhos

Endividamento, crise econômica e Lava Jato

A fase de expansão coincidiu com o agravamento das condições macroeconômicas no Brasil a partir de 2013 e com aumento do custo de financiamento. A companhia, que havia assumido ativos intensivos em capital e com longo período de maturação, passou a registrar crescimento expressivo das despesas financeiras e da dívida líquida.[24]

Sede do BNDES, no Rio de Janeiro

A situação financeira da Invepar foi afetada pelos desdobramentos da Operação Lava Jato sobre a OAS, então acionista da companhia. Em 2015, a construtora pediu recuperação judicial e anunciou a intenção de vender ativos, incluindo sua participação de 24,44% na Invepar.[25] A restrição de crédito da acionista e a deterioração financeira da holding contribuíram para adiar planos de abertura de capital e exigir novas renegociações com credores.[26]

Em 2015, a Invepar registrou prejuízo bilionário, e sua auditoria independente apontou incerteza significativa relacionada à continuidade operacional. Em resposta, acionistas e credores participaram de emissão de debêntures destinada ao pagamento de dívidas e à recomposição de liquidez.[27][26]

Reestruturação e desinvestimentos

A partir de 2016, a Invepar iniciou um processo de reestruturação, com venda de ativos, renegociação de dívidas e mudança no bloco acionário. Em 2016, concluiu a venda da LAMSAC e da PEX Peru para a Vinci Highways, operação que reduziu sua exposição internacional e reforçou o caixa da companhia.[28][29]

Em 2017, a companhia solicitou a adesão da Via 040 ao processo de relicitação previsto na Lei nº 13.448/2017. A decisão foi atribuída, nos relatórios da empresa, a fatores como queda de tráfego, atrasos em licenciamento ambiental e desequilíbrio do plano de negócios original da concessão.[30][31]

Em 2019, as ações antes detidas pela OAS foram transferidas ao FIP Yosemite, formado por credores da construtora, em cumprimento ao plano de recuperação judicial da OAS. No mesmo ano, a Invepar negociou a venda da CART ao Pátria Investimentos, em operação ligada à redução de endividamento.[5][32]

Sede da antiga Odebrecht Engenharia & Construção, atual Novonor, na Bahia

Pandemia e nova reorganização

A pandemia de COVID-19 impactou a receita e o caixa da Invepar, especialmente no segmento aeroportuário. Em 2020, a companhia concluiu a venda da CART e aprovou a alienação de participações na CBN e na CRA, vendidas posteriormente à Monte Equity Partners.[33][34]

Trem da Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro, em 2015

Em 2020, foi celebrado acordo de reestruturação que levou à quitação de parte relevante das obrigações da companhia mediante transferência do MetrôRio e da MetrôBarra para a Hmobi, veículo ligado aos credores da Invepar.[11][12] O movimento reduziu a dívida da holding, mas também diminuiu sua presença direta no segmento metroviário.

Em 2021 e 2022, a Invepar manteve processos de renegociação de passivos e buscou concluir desinvestimentos. Em 2022, a Agência Nacional de Aviação Civil aprovou revisão extraordinária do contrato de concessão do GRU Airport em razão dos efeitos econômicos da pandemia, com abatimento de valores da outorga fixa.[35]

Reestruturação recente e AmpliAR

Em 2023 e 2024, a Invepar continuou a reduzir seu portfólio. A companhia vendeu a CLN, encerrou a operação da Via 040 após processo de relicitação e renegociou passivos vinculados às suas debêntures e garantias financeiras.[36][6] Na Linha Amarela, a companhia e o Município do Rio de Janeiro firmaram acordo em 2025 para encerrar disputas relacionadas à encampação da concessão, com homologação judicial e revogação de atos municipais que autorizavam a retomada do ativo.[7]

Sessão pública de abertura de propostas do Programa AmpliAR
VLT Carioca, em operação na parada Museus, em 2017

Em 2025, a Invepar concluiu a venda de sua participação remanescente no VLT Carioca para a Motiva, antiga CCR. No mesmo ano, enfrentou novas tensões com a Mubadala Capital, credora relevante da holding, após declarações de vencimento antecipado de debêntures e negociações de standstill. Em outubro de 2025, a Invepar firmou termo de dação em pagamento com a Mubadala, quitando cerca de 350 milhões de reais em dívidas mediante transferência de 60,3% do capital da LAMSA, preservando participação minoritária residual na concessionária.[7][37]

No setor aeroportuário, a GRU Airport tornou-se uma das principais frentes de permanência operacional da Invepar. Em novembro de 2025, o Ministério de Portos e Aeroportos e a B3 realizaram a primeira rodada do Programa AmpliAR, destinada a incorporar aeroportos regionais a contratos federais já existentes. A GRU Airport arrematou doze dos treze terminais concedidos na rodada: Paulo Afonso e Lençóis, na Bahia; Barreirinhas, no Maranhão; Porto Alegre do Norte, em Mato Grosso; Araripina, Garanhuns e Serra Talhada, em Pernambuco; São Raimundo Nonato, no Piauí; Canoa Quebrada, no Ceará; Cacoal e Vilhena, em Rondônia; e Araguaína, no Tocantins.[8] Em abril de 2026, o Ministério de Portos e Aeroportos assinou termo aditivo que incluiu esses terminais no contrato da GRU Airport, com previsão de 731,6 milhões de reais em investimentos totais, dos quais cerca de 630 milhões de reais destinados à modernização da infraestrutura dos doze aeroportos.[9]

Disputas e controvérsias

Sede da Polícia Federal, em Brasília

Operação Lava Jato

A Invepar foi afetada indiretamente pelos desdobramentos da Operação Lava Jato em razão da participação da OAS em seu capital. A recuperação judicial da construtora, em 2015, levou à tentativa de alienação de sua participação na holding e à posterior transferência dessas ações a credores reunidos no FIP Yosemite.[25][5] Reportagens também mencionaram a Invepar em diligências relacionadas à 28.ª fase da operação, que investigou suspeitas envolvendo agentes públicos e executivos de empresas de infraestrutura. As apurações citadas pela imprensa não implicam, por si só, decisão judicial definitiva contra a companhia ou seus administradores.[38]

Supremo Tribunal Federal, que julgou disputas relacionadas à encampação da Linha Amarela

Linha Amarela

A concessão da Linha Amarela, operada pela LAMSA, foi objeto de longa disputa entre a concessionária e o Município do Rio de Janeiro. O conflito incluiu discussões sobre termos aditivos, tarifas, equilíbrio econômico-financeiro e tentativa de encampação pelo município. Segundo relatórios da Invepar, o litígio chegou ao Supremo Tribunal Federal e foi encerrado por acordo celebrado em 2025, formalizado por termo aditivo ao contrato de concessão.[36][7]

Via 040

A concessão da BR-040 DF/GO/MG enfrentou dificuldades de execução e foi incluída no processo de relicitação previsto pela Lei nº 13.448/2017. A operação pela Via 040 foi encerrada em 2024, após redistribuição de trechos entre a concessionária vencedora de novo leilão e o DNIT. A companhia informou, em seus relatórios, a continuidade de discussões sobre indenizações, reequilíbrios contratuais e obrigações residuais.[30][6][7]

Composição acionária

A composição acionária da Invepar é formada por ações ordinárias e preferenciais distribuídas entre Previ, Petros, Funcef e FIP Yosemite. A estrutura decorre da entrada dos fundos de pensão na companhia e da posterior substituição da OAS pelo Yosemite, após o processo de recuperação judicial da construtora.[4][5][1]

Composição acionária informada pela companhia
Acionista Participação aproximada no capital total Observação
Previ 25,6% Fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil
Petros 25,0% Fundo de pensão vinculado à Petrobras
Funcef 25,0% Fundo de pensão dos empregados da Caixa Econômica Federal
FIP Yosemite 24,4% Veículo formado por credores da antiga OAS

Ver também

Referências

Referências

  1. a b c «Composição acionária». INVEPAR RI. Consultado em 17 de maio de 2026 
  2. «Conselhos, Diretoria e Comitês». INVEPAR RI. Consultado em 17 de maio de 2026 
  3. a b «Relatório Anual Invepar, 2008» (PDF). Invepar. 2008. Consultado em 17 de maio de 2026. Cópia arquivada em 13 de dezembro de 2025 
  4. a b c d e «Relatório Anual Invepar, 2012» (PDF). Invepar. 2012. Consultado em 17 de maio de 2026 
  5. a b c d «Relatório Anual Invepar, 2019» (PDF). Invepar. 2019. Consultado em 17 de maio de 2026 
  6. a b c d e f «Relatório Anual Invepar, 2024» (PDF). Invepar. 2024. Consultado em 17 de maio de 2026 
  7. a b c d e f g h i «Release de Resultados Invepar — 3T25» (PDF). Invepar. 2025. Consultado em 17 de maio de 2026 
  8. a b «Leilão do AmpliAR garante R$ 731 milhões em investimentos para aeroportos do Nordeste e da Amazônia Legal». Ministério de Portos e Aeroportos. 27 de novembro de 2025. Consultado em 17 de maio de 2026 
  9. a b «Aeroportos do Nordeste e da Amazônia Legal passam a integrar concessão da GRU Airport e terão R$ 630 milhões em melhorias». Ministério de Portos e Aeroportos. 14 de abril de 2026. Consultado em 17 de maio de 2026 
  10. «Invepar conclui venda do VLT Carioca para CCR». InvestNews. 31 de março de 2025. Consultado em 17 de maio de 2026 
  11. a b «Acordo de Reestruturação da Invepar é celebrado». Previ. Consultado em 17 de maio de 2026 
  12. a b «Mubadala Capital conclui aquisição do controle da MetrôRio e da MetrôBarra». Money Times. 9 de novembro de 2021. Consultado em 17 de maio de 2026 
  13. a b «Relatório Anual Invepar, 2009» (PDF). Invepar. 2009. Consultado em 17 de maio de 2026. Cópia arquivada em 13 de dezembro de 2025 
  14. «Consórcio Invepar OAS vence leilão pela Raposo Tavares». O Estado de S. Paulo. Consultado em 17 de maio de 2026 
  15. «Invepar-OAS vence leilão para concessão de trecho da Raposo Tavares com deságio de 16%». Extra. 29 de outubro de 2008. Consultado em 17 de maio de 2026 
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  17. «Relatório Anual Invepar, 2011» (PDF). Invepar. 2011. Consultado em 17 de maio de 2026. Cópia arquivada em 13 de dezembro de 2025 
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  19. «Invepar comunica vitória em concessão do Aeroporto de Guarulhos». InfoMoney. 7 de fevereiro de 2012. Consultado em 17 de maio de 2026 
  20. Débora Melo (6 de fevereiro de 2012). «Aeroportos de Guarulhos, Campinas e Brasília são arrematados por mais de R$ 24,5 bi». UOL. Consultado em 17 de maio de 2026 
  21. «Consórcio com CCR e Invepar vence concorrência para VLT no RJ». G1. 26 de abril de 2013. Consultado em 17 de maio de 2026 
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  25. a b «Alvo da Lava Jato, empreiteira OAS pede recuperação judicial». Folha de S.Paulo. 31 de março de 2015. Consultado em 17 de maio de 2026 
  26. a b «Fundos de pensão injetam mais R$ 1 bilhão na Invepar». Folha de S.Paulo. 12 de janeiro de 2016. Consultado em 17 de maio de 2026 
  27. «Balanço expõe posição delicada da Invepar». Valor Econômico. 29 de abril de 2016. Consultado em 17 de maio de 2026 
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  31. «Alegando falta de tráfego, Invepar devolve BR-040». Revista Ferroviária. 2017. Consultado em 17 de maio de 2026 
  32. «Invepar: Conselho aprova venda da CART para o Pátria Investimentos». IstoÉ Dinheiro. 30 de dezembro de 2019. Consultado em 17 de maio de 2026 
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  34. «Invepar e Odebrecht vendem participação na Concessionária Bahia Norte». Bahia Notícias. 29 de abril de 2021. Consultado em 17 de maio de 2026 
  35. «Relatório Bianual Invepar, 2021 e 2022» (PDF). Invepar. 2023. Consultado em 17 de maio de 2026 
  36. a b «Relatório Anual Invepar, 2023» (PDF). Invepar. 2023. Consultado em 17 de maio de 2026 
  37. Lauro Jardim (6 de outubro de 2025). «As tensas negociações em torno da dívida da Invepar». O Globo. Consultado em 17 de maio de 2026 
  38. «Acionista do VLT e do metrô, Invepar é alvo da Lava-Jato». Extra. 12 de abril de 2016. Consultado em 17 de maio de 2026 

Ligações externas

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