Hypera Pharma
| Hypera Pharma | |
|---|---|
| Razão social | Hypera S.A. |
| Nome(s) anterior(es) | Hypermarcas (até 2018) |
| Empresa de capital aberto | |
| Cotação | B3: HYPE3
OTC Pink: HYPMY |
| Atividade | Farmacêutica |
| Fundação | 2001 (25 anos) |
| Fundador(es) | João Alves de Queiroz Filho |
| Sede | São Paulo, SP |
| Pessoas-chave | Breno Toledo Pires de Oliveira (CEO) |
| Empregados | 9 399 (2021)[1] |
| Produtos | Alimentos, beleza e higiene pessoal, medicamentos |
| Subsidiárias | Neo Química |
| Acionistas | João Alves de Queiroz Filho (21,38%) Maiorem (14,74%) Capital Group (11,68%) Free float (51,44%) |
| Valor de mercado | |
| Ativos | |
| Lucro | |
| LAJIR | |
| Faturamento | |
| Website | www |
A Hypera Pharma é uma empresa farmacêutica brasileira com sede em São Paulo, sendo considerada a maior empresa farmacêutica brasileira[3] em termos de receita líquida[4] e capitalização de mercado.[carece de fontes]
História
A empresa iniciou suas atividades no ano de 2001, quando João Alves de Queiroz Filho readquiriu a Prátika Industrial, fabricante da palha de aço Assolan. A empresa, por sua vez, era integrante da Arisco, vendida à Bestfoods em 2000, posteriormente incorporada a Unilever, que por sua vez não tinha interesse no negócio de esponjas de aço.
Devido à grande ascensão, a empresa obteve necessidade de expandir sua produção e sua distribuição, por consequência, adquiriu a Help e a Brilmis e inaugurou um novo centro de distribuição em Goiânia, também em 2002. Neste mesmo ano a empresa alterou sua denominação para Assolan Industrial, dando início a uma série de aquisições nos anos seguintes como a Fisibra (2003), a Distribuidora Clean (2005) e também iniciou-se em um novo segmento, o de detergentes em pó para lavar roupas, com a aquisição da Quimivale Industrial, também em 2005.
Em 2007, ganhou novo nome e nova denominação social, passando a se chamar Hypermarcas, e a Assolan torna-se uma das marcas do recém-formado conglomerado.
No ano de 2008, se torna uma sociedade anônima. No mesmo ano, a empresa lança sua oferta inicial pública de ações na Bovespa, captando cerca de R$ 700 milhões.[5]
Ao final do primeiro semestre de 2017, a empresa era a maior anunciante do mercado publicitário brasileiro.[6]
Em 2018, anuncia a mudança de nome para Hypera Pharma.[7][8] A mudança, segundo a empresa, tem como objetivo destacar o novo momento da companhia, com foco exclusivo no mercado farmacêutico a partir do ano de 2017.[9]
No mesmo ano, foi deflagrada a Operação Tira-Teima, onde a Polícia Federal (PF) investigou o fundador e mais três ex-executivos da empresa por denúncias de pagamento de propina a políticos do MDB e do PSDB para favorecer a empresa.[10]
Em 2020, compra um portfólio de medicamentos da Takeda, por cerca de US$ 825 milhões. Com isso, a empresa se torna a maior farmacêutica do Brasil e a líder no segmento de medicamentos OTC.[3]
Em 20 de setembro de 2024, a Polícia Federal concluiu o relatório e indiciou os senadores Eduardo Braga (MDB-AM) e Renan Calheiros (MDB-AL) e o ex-senador Romero Jucá (MDB-RR) por, supostamente, terem cobrado propina para favorecer interesses do grupo farmacêutico Hypermarcas (atualmente Hypera Farma) no Senado Federal. A investigação começou como um desdobramento da operação Lava Jato, em 2018, mas o relatório final do inquérito só foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) em agosto do mesmo ano. Jucá e Braga negam irregularidades. Renan não se manifestou.[11]
Aquisições
Em 2002, devido à necessidade de expandir sua produção e distribuição, adquiriu a Help e a Brilmis e inaugurou um novo centro de distribuição em Goiânia, também em 2002.
Entre 2003 e 2005, adquire a Fisibra, a Distribuidora Clean e a Quimivale Industrial.
Em 2006, a empresa estreia em dois novos segmentos: alimentos (com a compra da Etti) e cosméticos, fruto da parceria com a empresária Cristiana Arcangeli.
No ano de 2007, adquire ainda a DM Farmacêutica (fabricante de Merthiolate, Monange, Cenoura & Bronze e outros), a Sulquímica (fabricante de Mat Inset e Fluss) e a Finn, dona do adoçante de mesmo nome.
Em 2008, incorporou a Farmasa e adquiriu a Ceil (controlada da Revlon no Brasil, proprietária das marcas Bozzano, Aquamarine, Juvena e Campos do Jordão), as marcas Nylooks, Radical, Bia Blanc e Summer Look da Brasil Global Cosméticos em julho, e em setembro, adquiriu a Niasi.
Em 2009, adquiriu do Grupo Silvio Santos a Hydrogen Comésticos por cerca de R$ 25 milhões.[12] Posteriormente adquiriu a Inal (fabricante dos preservativos Olla e Lovetex) e a marca Jontex (até então pertencente à Johnson&Johnson), detendo assim uma fatia próxima dos 45% no mercado de preservativos,[13] além da fabricante de fraldas e absorventes Pom Pom.[14] Ainda em 2009, adquire o laboratório Neo Química por R$ 1,3 bilhão.[15]
Em 2010, adquiriu a Luper (dona de marcas como Gastrol e Dramavit) por R$ 52,1 milhões,[16] a York (de higiene pessoal e hospitalar) por R$ 95 milhões,[17] a Facilit (dona da marca Sanifill) por R$ 60,4 milhões,[18] a Sapeka, de fraldas infantis, por R$ 225 milhões,[19] a Mabesa (dona de marcas como Cremer-Disney, Plim Plim e Puppet) por R$ 350 milhões,[20] além das controladoras da empresa de produtos odontológicos Bitufo, por R$ 80,05 milhões.[21] Neste mesmo ano, compra também a marca Pom Pom Sabonetes (que estava sob o domínio da Colgate-Palmolive), por R$ 85 milhões,[22] as marcas Digedrat (usado em tratamentos do coração, Peridal (linha gástrica) e Lopigrel (da linha infantil) da Medley por R$ 84 milhões[23] e a Mantecorp (laboratório fabricante de medicamentos tais como Polaramine e dermocosméticos), por R$ 2,5 bilhões.[24]
Em 2011, compra a linha de produtos e a marca Perfex, assim como sua tecnologia, da Johnson&Johnson por US$ 17 milhões.[25]
Em 2019, anuncia a compra da linha de medicamentos Buscopan, da Boehringer Ingelheim, por R$ 1,3 bilhão. A aquisição, segundo a empresa, faz parte da estratégia do grupo, que nos últimos anos se concentrou no segmento farmacêutico, de buscar fortalecimento no mercado de produtos que não precisam de receita.[26]
Em 2020, compra um portfólio de medicamentos da Takeda, por cerca de US$ 825 milhões. Alguns medicamentos que fazem parte do acordo são Neosaldina e Nebacetin, na linha de OTC, além de Alektos e Dramin, na linha de medicamentos de prescrição. Com isso, a empresa se torna a maior farmacêutica do Brasil e a líder no segmento de medicamentos OTC.[3]
Em 2021, adquire da Sanofi um portfólio de 12 marcas (como o analgésico AAS, o antisséptico Cepacol e o fitoterápico Naturetti) por US$ 190 milhões. O acordo prevê ainda que a Sanofi forneça os medicamentos até que a empresa obtenha as licenças necessárias junto à Anvisa.[27]
Em 2022, anunciou a compra de uma propriedade produtora da duboisia (planta da qual se extrai a escopolamina, princípio ativo do Buscopan) da Boheringer Ingelheim por R$ 190 milhões. Além disso, o acordo contempla a transferência do know-how da produção do IFA da linha Buscopan, hoje produzido na Alemanha e vendido para a Sanofi em outros mercados e para a empresa, no Brasil. A partir de 2026, a empresa espera começar a produção do princípio ativo no Brasil.[28]
Vendas
Em outubro de 2011, a empresa vende algumas marcas de seu portfólio de limpeza (Assim, Sim, Gato, Fluss, Sanifleur e Mat Inset) para a Flora, controlada pela J&F, por R$ 140 milhões. O acordo incluía ainda uma fábrica localizada em Itajaí. Na época, a empresa justificou a venda como parte do plano de focar seus negócios nos segmentos farmacêutico e de higiene pessoal.[29] Em dezembro do mesmo ano, opta pelo desinvestimento total do segmento de consumo, com a venda das marcas Assolan, Perfex e Cross Hatch para a Ypê por R$ 130 milhões. Paralelamente a isso, vende as marcas Etti e Salsaretti (de alimentos) para a Bunge, por cerca de R$ 180 milhões. A negociação envolveu ainda a venda das fábricas da Etti em São Paulo e da Assolan em Goiás.[30]
Em dezembro de 2015, opta pela venda da divisão de cosméticos para a francesa Coty, com marcas como Bozzano, Monange, Paixão, Biocolor, Risqué e Cenoura & Bronze, por R$ 3,8 bilhões. A empresa justifica que, desta maneira, pode manter seu foco no segmento farmacêutico.[31]
Em janeiro de 2016, numa tentativa de reduzir seu endividamento e focar em linhas mais rentáveis, anuncia a venda da divisão de preservativos para a britânica Reckitt Benckiser, por R$ 675 milhões. Na época da venda, a divisão era responsável por apenas 2% do faturamento total do grupo.[32] Ainda em 2016, anuncia a venda da divisão de produtos descartáveis para a belga Ontex, por R$ 1 bilhão. Desta forma, a empresa conclui a reestruturação almejada em 2015.[33]
Em 2020, anunciou a venda de um portfólio com 12 marcas para a Eurofarma por US$ 161 milhões. A venda contempla todos os mercados da América Latina, com exceção do Brasil.[34]
Em 2021, anuncia a venda do portfólio adquirido da Sanofi na Colômbia e no México para a Eurofarma por US$ 51,6 milhões.[35]
Marcas
Medicamentos de Prescrição
- Mantecorp Farmasa (linha de medicamentos no segmento de Primary Care/Cuidados Básicos)
Dermocosméticos
- Agecare
- Blancy
- Dersab
- Epidac
- Epidrat
- Episol
- Hidramamy
- Lanidrat
- Pielus
Medicamentos isentos de prescrição médica
| A | B | C | D | E / F / G | H / I / J / K / L | M | N / O | P / Q / R / S | T / U / V / X / Z |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| AcerogripC | Babyneo | Cafilisador | D'ella | Engov | Hemovirtus | Magnopyrol | Napronax | Parapsyl | Tamarine |
| Addera D3[1][2] | Babyneo Prevent | Calamyn | Daktazol | Epidac | Hidramamy | Mantecorp | Nasaleze | Pepto-Zil | Tefin |
| Agecare | Bacineo | Calcylon | Dermalina | Epidrat | Hidraplus | Maracugina | Neo Clotrimazyl | Perfer | Termopirona |
| Alcaflor Uno | Belup | Calminex | Dermil | Episol | Hipodermon | Massageol | Neo Dimeticon | Pielus | Tilugen |
| Alivium Cápsulas Líquidas | Benegrip | Ceprofen | Dersab | Epocler | Histamin | Maxtest | Neo Isocaden | Plantacil | Tiratosse |
| Ambroflux | Bequidex | Cetafrin | Descon | Escabin | Humectol D | Melhoral | Neo Loratadin | Plesonax | Tyneo |
| Apetibe | Betaliver | Cetilplex | Doralgina | Estomazil | Ibufran | Merthiolate | Neo Mebend | Polaramine | Virilon |
| Apracur | Biotônico Fontoura | Cetiva AE | Doraplax | Farlac | Kalloplast | Miorrelax | Neocoflan | Pratium | Visazul |
| Asseptcare | Bisuisan | Cetoneo | Doriflan | Flate | Ketomicol | Mirador | Neocopan | Resfryneo | Vitasay Stress |
| Atrofem | Blancy | Citroplex | Doril | Flomicin | Lacto-Purga | MM Expectorante | Neolefrin | Rinosoro | Xarope Neo |
| AAS1 | Blumel Guaco | Clanistil | Dorilan | Fluviral | Lanidrat | Mucocistein | Neolefrin Baby | Salimetin | |
| Alektos | Brain Farma | Clean Hair | Dramavit | Gastrol | Licor de Cacau Xavier | Neopiridin | Scaflam | ||
| Broncoflux | Conmel | Dramin | Gastrol TC | Life Vit | Neosoro | Silibom | |||
| Buscopan / Buscofem | Coristina D | Gelol | Lisador | Neosoro H | |||||
| Curativ | Gurgol | Lombalgina | Neossolvan | ||||||
| Cepacol1 | Loralerg | Neotoss | |||||||
| Lorentil | Nujol | ||||||||
| Lucretin | Naturetti1 | ||||||||
| Neosaldina | |||||||||
| Nebacetin |
Adoçantes
- Adocyl
- Finn
- Zero-Cal
Similares e Genéricos
1Apenas no mercado brasileiro. Nos demais mercados, a produção e venda dos medicamentos é feita pela Sanofi.
Referências
- ↑ a b c «Relatório Anual 2021». Hypera RI. 26 de maio de 2022. Consultado em 20 de abril de 2023
- ↑ a b c d e «Demonstrações Financeiras 2022». Hypera RI. Consultado em 20 de abril de 2023
- ↑ a b c «Hypera compra portfólio de medicamentos da Takeda por US$ 825 milhões». G1. 2 de março de 2020. Consultado em 22 de maio de 2022
- ↑ «Perfil Corporativo». Hypera RI. Consultado em 20 de abril de 2023
- ↑ «Hypermarcas capta cerca de R$ 700 milhões com IPO - Economia». Estadão. Consultado em 22 de maio de 2022
- ↑ «Hypermarcas assume a liderança no ranking de anunciantes do 1º semestre de 2017»
- ↑ «Hypermarcas muda o nome para Hypera Pharma e quer crescer acima do mercado». Febrafar
- ↑ «Hypera Pharma passa a ser o novo nome da Hypermarcas». Valor Econômico
- ↑ «COMUNICADO AO MERCADO - 7 de fevereiro de 2018» (PDF). 7 de fevereiro de 2018. Consultado em 21 de maio de 2022
- ↑ «PF deflagra Operação Tira-Teima e investiga pagamentos de vantagens a políticos». Estado de Minas. 10 de abril de 2018. Consultado em 22 de maio de 2022
- ↑ «PF indicia Jucá, Renan e Eduardo Braga por corrupção e propina para favorecer farmacêutica no Senado». G1. 20 de setembro de 2024. Consultado em 20 de setembro de 2024
- ↑ «Hypermarcas fecha a compra da Hydrogen - Economia». Estadão. Consultado em 22 de maio de 2022
- ↑ «Hypermarcas compra Olla e Jontex». O Globo. 7 de outubro de 2009. Consultado em 22 de maio de 2022
- ↑ «Hypermarcas fecha acordo para comprar a Pom Pom por R$ 300 mi»
- ↑ «Hypermarcas compra Neo Química por cerca de R$ 1,3 bilhão». O Globo. 7 de dezembro de 2009. Consultado em 22 de maio de 2022
- ↑ «Hypermarcas compra Luper Indústria Farmacêutica por cerca de R$ 52,1 milhões». InfoMoney. 19 de abril de 2010. Consultado em 22 de maio de 2022
- ↑ Online, Do Valor (12 de novembro de 2010). «Hypermarcas conclui compra da York por R$ 95 milhões». Economia e Negócios. Consultado em 22 de maio de 2022
- ↑ «Época NEGÓCIOS - NOTÍCIAS - Hypermarcas compra Facilit Odontológica e Perfumaria». epocanegocios.globo.com. Consultado em 22 de maio de 2022
- ↑ «Época NEGÓCIOS - NOTÍCIAS - Hypermarcas pagará R$ 225 milhões por fraldas Sapeka». epocanegocios.globo.com. Consultado em 22 de maio de 2022
- ↑ «Hypermarcas compra a fabricantes de fraldas Mabesa». Exame. 10 de outubro de 2010. Consultado em 22 de maio de 2022
- ↑ OnLine, Valor (25 de novembro de 2010). «Hypermarcas conclui compra da Bitufo por R$ 80 milhões». Economia e Negócios. Consultado em 22 de maio de 2022
- ↑ OnLine, Do Valor (11 de novembro de 2010). «Hypermarcas compra Pom Pom, Bitufo e 3 marcas por R$ 251 milhões». Economia e Negócios. Consultado em 22 de maio de 2022
- ↑ OnLine, Do Valor (25 de março de 2011). «Hypermarcas conclui compra de marcas da Medley». Economia. Consultado em 22 de maio de 2022
- ↑ Reuters, Da (20 de dezembro de 2010). «Hypermarcas compra Mantecorp por R$ 2,5 bilhões». Negócios. Consultado em 22 de maio de 2022
- ↑ «Hypermarcas compra Perfex da Johnson & Johnson por US$ 17 milhões». G1 Economia. 14 de janeiro de 2011. Consultado em 22 de maio de 2022
- ↑ «Hypera compra Buscopan e outros ativos da Boehringer por R$ 1,3 bilhão». Forbes Brasil. 18 de dezembro de 2019. Consultado em 22 de maio de 2022
- ↑ «Hypera compra 12 medicamentos da Sanofi por R$ 1bi». Brazil Journal. Consultado em 22 de maio de 2022
- ↑ «Hypera vai produzir matéria-prima do Buscopan». Brazil Journal. Consultado em 22 de maio de 2022
- ↑ G1, Do; Paulo, em São (24 de outubro de 2011). «Hypermarcas vende marcas de limpeza por R$ 140 milhões». Negócios. Consultado em 22 de maio de 2022
- ↑ «Hypermarcas fecha venda da Assolan e Etti por R$ 310 milhões - Economia». Estadão. Consultado em 22 de maio de 2022
- ↑ «Hypermarcas faz acordo de venda de divisão de cosméticos para a Coty». G1 Negócios. 2 de novembro de 2015. Consultado em 22 de maio de 2022
- ↑ Reuters. «Hypermarcas vende área de preservativos para Reckitt Benckiser por R$ 675 milhões». Época Negócios. Consultado em 22 de maio de 2022
- ↑ «Hypermarcas confirma venda de negócio de descartáveis para Ontex». Exame. 23 de dezembro de 2016. Consultado em 22 de maio de 2022
- ↑ «FATO RELEVANTE - 18 de março de 2020». 18 de março de 2020. Consultado em 21 de maio de 2022
- ↑ «Hypera (HYPE3) fecha acordo para venda de portfólio para Eurofarma por US$ 51,6 milhões». InfoMoney. 17 de novembro de 2021. Consultado em 22 de maio de 2022
Ligações externas
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