Equilibrium II
| Equilibrivm II | ||||
|---|---|---|---|---|
| Álbum de estúdio de | ||||
| Lançamento | 23 de julho de 2026 | |||
| Gravação | Setembro de 2025 – Janeiro de 2026[1][2] | |||
| Gêneros | ||||
| Duração | 49:49 1:33:00 (com o disco 2) | |||
| Idiomas | ||||
| Gravadoras |
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| Cronologia de Anitta | ||||
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Equilibrium II (estilizado como EQUILIBRIVM II) é o nono álbum de estúdio da cantora brasileira Anitta, lançado em 23 de julho de 2026, através da Floresta Records, Republic Records e Universal Music Latino. É a segunda metade de um projeto de duas partes, complementando o oitavo álbum de estúdio da artista, Equilibrivm (2026).[3][4][5] Para promover o álbum, Anitta embarcou na Equilibrivm Tour, que se iniciou em agosto de 2026.[6]
Composição
Estrutura musical e conteúdo lírico
O nono álbum de estúdio de Anitta, EQUILIBRIVM II, lançado em julho de 2026 como sequência direta do projeto iniciado em abril do mesmo ano, estabelece uma síntese entre a música popular brasileira, os ritmos urbanos globais e a religiosidade de matriz afro-indígena. Concebido e gravado predominantemente no estúdio residencial da artista, o trabalho reúne dezessete faixas que articulam um arco narrativo focado em amor, espiritualidade, ancestralidade e reflexões autobiográficas. A arquitetura sonora do álbum baseia-se no contraste sistemático entre timbres orgânicos — como atabaques, agogôs, sanfonas e cavaquinhos — e elementos da produção eletrônica contemporânea, incluindo graves 808, donk bass, batidas de funk 150BPM e sintetizadores virtuais. Ao longo do disco, a evolução rítmica transita de forma planejada por gêneros como o funk carioca, dancehall, forró, samba, reggae, ijexá e bossa nova, construindo uma linguagem pop integrada à tradição musical do país.[7]
A concepção estética de EQUILIBRIVM II desenvolve-se a partir de uma estrutura temática e sonora que busca reconciliar a trajetória pública de Anitta com suas vivências pessoais e espirituais no candomblé. A produção musical, assinada por nomes como Los Brasileros, Carlos do Complexo, Marcio Arantes e Julio Feijuca, constrói uma atmosfera que oscila entre a festividade voltada às pistas de dança e a solenidade meditativa de cantos sacros. As faixas conectam-se por meio de transições rítmicas e harmônicas projetadas para espelhar a jornada de autoconhecimento da cantora, partindo da celebração das entidades espirituais de abertura até a conscientização ecológica e ancestral que encerra o disco.[8]
"Você Já Sabe" (com Los Brasileros), faixa de abertura do álbum, produzida pelo trio Los Brasileros (Pedro Dash, Danilo Valbusa e Marcelo Ferraz), estabelece a fusão entre o sagrado e o profano ao combinar a percussão ritualística dos tambores do candomblé com o "tamborzão" do funk carioca. Com duração de dois minutos e quarenta e quatro segundos, a canção apresenta uma estrutura fundamentada no protagonismo dos ritmos síncopados, onde a percussão orgânica dita o andamento acelerado da faixa. A voz de Anitta explora camadas sobrepostas nos registros médio e agudo, criando um jogo harmônico que simboliza a dualidade e a presença espiritual. Liricamente, a composição homenageia Exu e Pombagira, funcionando como uma invocação e abertura de caminhos para o projeto. Os créditos de composição são divididos entre Anitta, Jenni Mosello, Lucas Fraga, Léo da Bodega, Gabriel dos Anjos, Luiz Nenu, Cinthya Santos, Pedro Caropreso, Danilo Valbusa e Marcelo Ferraz, enquanto detalhes específicos sobre a progressão harmônica exata não foram documentados nas fichas técnicas divulgadas. O término seco da percussão conecta-se de forma direta com a entrada dos graves sintetizados da faixa seguinte. A segunda faixa, "Sal Grosso" (com KBrum), estende a atmosfera festiva da abertura ao adentrar os domínios do dancehall e do ragga, mantendo a célula rítmica do funk brasileiro. Produzida por Carlos do Complexo, a faixa destaca-se pelo uso de um kick denso com frequências graves projetadas para sistemas de som de alta potência (sound systems). O arranjo incorpora um sample proeminente da faixa de funk "Treinamento do Bumbum", de autoria do DJ O Mandrake, que confere um caráter urbano e hipnótico à produção. A participação do vocalista caxiense KBrum insere um contraponto vocal grave e rítmico à interpretação acelerada de Anitta. A letra aborda a dança como um ritual corporificado de purificação, elevação espiritual e afastamento de energias negativas, contendo referências expressas à orixá Oiá. A composição é assinada por Pablo Bispo, Jenni Mosello, Iana Sartor, Barbara Andrade, Carolina Marcilio, Cinthya Santos, Gabriele Oliveira, Paulo Brum e Arthur Pampolin. A transição para a terceira faixa ocorre por meio de uma desaceleração gradativa do ritmo eletrônico, abrindo espaço para instrumentos acústicos regionais. Ocupando a terceira posição, "Não Me Cutuca", a canção introduz o forró no álbum, articulando uma colaboração entre Anitta e o cantor pernambucano Alceu Valença. A produção, realizada por Marcio Arantes, adota uma estética lo-fi caracterizada pela saturação sutil nos timbres de sanfona e pela marcação orgânica da zabumba. A faixa une a interpretação expansiva e áspera de Valença ao tom contido e melodioso de Anitta, estabelecendo um diálogo intergeracional que celebra as raízes paraibanas da família da cantora. O lirismo emprega o deboche e a ironia para tratar da busca por paz interior e da rejeição a provocações externas. A autoria da faixa pertence a Anitta, Laryssa Loureiro, Barbara Andrade e Iana Sartor. O andamento cadenciado de xote conecta-se de forma fluida à vertente híbrida de forró presente na música subsequente. "Eu Não Sou Santa" (com Mestrinho), quarta faixa, aprofunda a exploração dos ritmos nordestinos ao promover o encontro entre o forró e a estética do trap e do pop. O arranjo instrumental é construído a partir do contraste entre a sanfona executada pelo instrumentista Mestrinho e uma base eletrônica composta por hi-hats velozes e sub-graves no padrão 808. A estrutura vocal de Anitta mantém uma linha melódica pop, enquanto a letra expressa a devoção mariana e a fé em Nossa Senhora Aparecida, elemento tradicional na linhagem feminina de sua família. Os créditos de composição registram Serginho Meriti, Rodrigo Leite, Diogo Leite e Julio Sousa. A música encerra o bloco focado na música sertaneja e nordestina, preparando a transição para a entrada dos ritmos urbanos e do samba carioca na faixa seguinte. A quinta faixa, "Feitiço" mescla o samba de caboclo a elementos do pop eletrônico e da dance music. A produção destaca a utilização de atabaques digitalizados e sintetizadores virtuais, sobrepostos por uma linha de baixo processada no estilo donk bass. O elemento central da faixa é a interpolação/amostragem do ponto tradicional de Exu "Botaram Feitiço", de autoria de J. B. de Carvalho. A cantora Mart'nália divide os vocais com Anitta, imprimindo seu timbre característico e descontraído a uma narrativa lírica que trata sobre proteção espiritual, firmeza de propósito e a força simbólica das encruzilhadas regidas por Exus e Pombagiras. Além de J. B. de Carvalho e J. B. Junior, figuram como compositores Anitta, Lucas Fraga, Gabriel dos Anjos, Artur Casati, Pedro Caropreso, Danilo Valbusa e Marcelo Ferraz. O ritmo de samba mantém-se constante até o final, facilitando a transição orgânica para a acústica de salão da sexta música. "Ponta do Pé", sexta canção reduz a densidade dos elementos eletrônicos para prestar uma homenagem ao samba de gafieira e ao samba de salão tradicionais. A instrumentação baseia-se no uso de cavaco, pandeiro, tamborim e contrabaixo acústico, recriando a atmosfera dos bailes cariocas. Liricamente, a faixa resgata memórias nostálgicas da juventude de Anitta e de suas experiências em bailes acompanhada por seus pais, abordando a dança social como um veículo de leveza e reconexão afetiva. Em termos de crítica especializada, a composição foi apontada por certas análises como uma faixa de apelo mais comercial e estrutura pop convencional dentro do disco. A composição é creditada a Jenni Mosello e Lucas Fraga. O encerramento suave e desacelerado abre o caminho para a cadência do reggae que assume o meio do álbum. A sétima posição marca o início de uma sequência focada na sonoridade do reggae. "Abre Caminho" em parceria com Alexandre Carlo, vocalista do grupo Natiruts, apresenta uma estrutura influenciada pelo reggae praiano brasileiro, incorporando harmonias de guitarra em contratempo (skank) e sutis inflexões rítmicas herdadas do forró. A letra utiliza a metáfora de um jardim que necessita de cultivo diário para discutir a liberdade pessoal, a aceitação da individualidade e a prática do amor desprovido de posse em relacionamentos amorosos e familiares. Os créditos de escrita são atribuídos a Carolina Marcilio e Pedro Rodrigues. A faixa encerra-se com o desvanecimento dos instrumentos acústicos, mantendo o pulso rítmico que introduz a música seguinte. Na oitava faixa, "Tudo Isso", o reggae ganha uma roupagem mais grave, lenta e arrastada, priorizando baixos proeminentes e uma atmosfera introspectiva. A composição, elaborada por Alice Caymmi, Iana Sartor, Juliana Strassacapa, Laryssa Loureiro, Letícia Fialho e Barbara Andrade, apresenta versos assertivos sobre maturidade emocional e preservação do sossego, destacando o trecho "Não vou perder meu tempo tendo que explicar o óbvio / Eu não negocio minha paz nem meu sossego". A interpretação vocal de Anitta adota um tom sóbrio e contido. A faixa consolida o momento de busca por serenidade do álbum, preparando a transição suave para a cadência percussiva do ijexá. A nona faixa, "Sem Pressa", atua como o ponto de inflexão e desaceleração do disco, utilizando a base rítmica do ijexá sob a produção de Los Brasileros. A instrumentação combina violão de aço, percussões suaves e texturas de sintetizadores em camadas. O dueto entre Anitta e MC Tha estabelece uma fusão de timbres acolhedores que convida o ouvinte a refletir sobre a brevidade da vida, a necessidade de desacelerar as rotinas urbanas e a aceitação do tempo das experiências. A composição é assinada por Anitta, Cinthya Santos, Lucas Fraga, Léo da Bodega, Pedro Caropreso, Danilo Valbusa e Thais Dayane (MC Tha). A canção serve também como elemento condutor para a estética visual do curta-metragem do álbum, desaguando de forma harmoniosa na homenagem à maternidade presente na décima faixa. "Deus Mãe", décima faixa, centra-se nos temas da maternidade e do matriarcado, combinando elementos do afro-pop e da música popular brasileira. A produção destaca o uso de um sample de "Plantadeira", obra de Minuska Lima. A canção conta com a colaboração vocal de KING Saints, estabelecendo harmonias vocais que reforçam a narrativa de exaltação às figuras maternas e às avós como geradoras da vida e sustentáculos familiares. A lista de compositores abrange Carolina Marcilio, Barbara Andrade, Laryssa Loureiro, Cinthya Santos, Arthur Marques, Tiago Alves, Carlos Costa, Nídia Aranha, Marcelo Lamare e Minuska Lima. A sonoridade percussiva abranda-se no final, permitindo a introdução solene da faixa onze. Ocupando a décima primeira posição, "Ogum Me Rodeia", canção que adota um formato de música sacra e MPB focado no orixá Ogum e em São Jorge. A faixa abre-se com a recitação de um poema interpretado por Maria Bethânia, cuja voz solene introduz um arranjo acústico sóbrio. Em seguida, Anitta divide os vocais principais e as harmonias com a cantora e compositora Letícia Fialho. A letra discute a ética do trabalho, a resiliência cotidiana e a busca por proteção espiritual diante das batalhas da vida diária. A autoria da composição pertence a Letícia Fialho, Ítallo Franço, Paulo Novaes, Nídia Aranha e Pedro Rocha. A atmosfera cerimoniosa estabelece a ponte ideal para o canto sacro afro-brasileiro da faixa doze. A décima segunda música, "Contemplação", definida por Anitta como a sua composição preferida do projeto, é uma oração musicada construída em parceria com o Grupo Ofá, coletivo de música sacra do Terreiro do Gantois. Com arranjos de Julio Feijuca, a produção é estruturada sobre instrumentos percussivos acústicos e um arranjo vocal multinivelado gravado por Anitta, sobreposto pelos coros do grupo soteropolitano. Interpretada em parte no idioma iorubá, a letra evoca sentimentos de cura emocional, conforto interior e devoção ancestral. Os créditos de escrita reúnem Luciana Baraúna, Jenni Mosello, Juliana Strassacapa, Cinthya Santos, Letícia Fialho, Nídia Aranha, Julio Sousa e Iuri Barros. O clímax de elevação espiritual encerra o bloco sacro do disco, sofrendo uma ruptura estilística intencional na faixa seguinte. "Pra Você Gostar de Mim", décima terceira faixa, introduz uma bossa nova melancólica que se cruza com elementos da marcha carnavalesca e do pop urbano. A composição utiliza a interpolação direta do clássico "Taí" ("Pra Você Gostar de Mim"), criado por Joubert de Carvalho e gravado por Carmen Miranda em 1930. A letra estabelece uma analogia entre a trajetória de Carmen Miranda e a vida de Anitta, refletindo sobre o conflito entre a vida pessoal e a persona pública, as exigências da fama e a dor decorrente da busca constante por aprovação externa. A faixa é creditada a Joubert de Carvalho, Leonardo Cordeiro, Cezza, Thiago Medeiros, Ajaxx, Carolzinha e Multi. A temática das "máscaras da fama" conecta-se ao conceito de libertação do corpo abordado na faixa catorze. "Divino Sexual", décima quarta canção, é definida conceitualmente pela artista como um "manifesto coreográfico" sobre a sacralidade do corpo e do desejo. Produzida por Anitta, Carolzinha e Pedro Breder, a faixa mistura graves soturnos de funk, ritmos de dance music e sintetizadores pulsantes. Liricamente, inspira-se nos preceitos do tantra e na divindade hindu Kali Shakti para tratar a sexualidade como uma expressão sagrada e uma fonte de conexão espiritual, desafiando tabus históricos. A letra ambienta a cena no Rio de Janeiro (mencionando a Pedra do Sal e a orla de Ipanema) e faz uma citação direta à clássica canção "Trem das Onze". A autoria é atribuída a Anitta, Carolzinha, Pedro Breder, Carolina Marcilio e Pedro Rodrigues. O ritmo dançante reduz sua intensidade ao final, abrindo espaço para uma releitura romântica da MPB. A décima quinta faixa, "Azul", é a única composição do disco interpretada inteiramente em espanhol. Trata-se de uma releitura de "Azul", clássico da MPB composto por Djavan, cuja regravação foi autorizada pelo próprio autor. A produção adapta a canção para o formato de pop acústico com violões sutis e percussão latina, direcionando a faixa ao público hispânico da cantora. Liricamente, exalta a pureza e a dimensão do amor romântico. A crítica especializada apontou que a faixa destoa ligeiramente da proposta estritamente voltada à brasilidade do restante do álbum, atuando como um elemento de transição comercial. Os créditos atribuem a autoria a Djavan, Ibere Fortes, Mario Cáceres e Gabriel Portillo. A faixa encerra-se de forma suave, preparando o tom confessional da penúltima música. Ocupando a penúltima posição, "Respira", a faixa apresenta um samba acústico de caráter confessional e minimalista. Originalmente escrita em espanhol durante o processo criativo, a letra foi traduzida para o português por Anitta para preservar o caráter íntimo do texto. A composição funciona como uma reflexão autobiográfica na qual a cantora aborda os desafios, julgamentos e barreiras enfrentados ao longo de sua carreira enquanto mulher na indústria da música. A faixa guarda semelhanças com a música "Pinterest" (do volume anterior do projeto), encorajando o autoconhecimento. A autoria é dividida entre Anitta e Keityn Cruz. O formato acústico finaliza em um fade-out que abre espaço para a explosão percussiva de encerramento do álbum. "OKE" é a décima sétima e última faixa e encerra o álbum com uma produção que combina funk 150BPM, música eletrônica, dancehall e rap indígena. Produzida por Carlos do Complexo, a instrumentalização inclui o uso de flautas tradicionais, graves eletrônicos e um sample de "Cabocla de Pena", ponto tradicional de umbanda. A canção conta com a participação da cantora e ativista Katú Mirim e dos rimas em língua guarani-kaiowá executados pelo grupo Brô MC's. A letra faz uma crítica direta à exploração irresponsável das terras brasileiras, invocando a energia do orixá Oxóssi e propondo a convivência harmoniosa entre as novas tecnologias e a sabedoria ancestral dos povos nativos. A faixa encerra o álbum em um clímax festivo e ritualístico, celebrando a liberdade e o equilíbrio espiritual.[9]
A progressão de EQUILIBRIVM II demonstra um encadeamento consciente entre os diferentes gêneros explorados. O álbum articula sua evolução em quatro momentos estruturais:O primeiro bloco (faixas 1 e 2) estabelece a energia vital e a celebração física por meio de ritmos urbanos acelerados, como o funk carioca e o dancehall, ancorados na percussão dos terreiros e em samples de pistas de dança. A transição para o segundo bloco (faixas 3 a 6) ocorre de maneira orgânica ao substituir as batidas sintetizadas por instrumentos acústicos regionais, percorrendo o xote, o trap-forró e o samba de gafieira carioca. Esse trecho fundamenta a dimensão afetiva, familiar e autobiográfica da narrativa.O terceiro bloco (faixas 7 a 12) desacelera o andamento do disco para adentrar um ambiente meditativo e sacro. A sequência transita do reggae praiano ao ijexá, atingindo o ápice espiritual e solene do álbum por meio da música de matriz africana, com declamações poéticas e cantos em iorubá. O quarto e último bloco (faixas 13 a 17) promove a resolução da jornada artística. Inicia-se com a desconstrução das máscaras da fama sobre uma base de bossa nova, passa pela celebração do corpo e do desejo no funk eletrônico, recolhe-se na introspecção confessional do samba acústico e culmina na fusão entre o funk 150BPM, a eletrônica e a tradição indígena guarani-kaiowá. Essa trajetória encerra o trabalho ao unificar a modernidade pop à preservação cultural e ambiental.[10]
Recepção crítica
Lista de faixas
| N.º | Título | Compositor(es) | Duração |
|---|---|---|---|
| 1. | "Você Já Sabe" (com Los Brasileros) |
| 2:44 |
| 2. | "Sal Grosso" (com KBrum) |
| 2:31 |
| 3. | "Não Me Cutuca" (com Alceu Valença) |
| 2:35 |
| 4. | "Eu Não Sou Santa" (com Mestrinho) |
| 2:31 |
| 5. | "Feitiço" (com Mart'nália) |
| 2:53 |
| 6. | "Ponta do Pé" |
| 3:12 |
| 7. | "Abre Caminho" (com Alexandre Carlo) |
| 2:32 |
| 8. | "Tudo Isso" |
| 3:35 |
| 9. | "Sem Pressa" (com MC Tha) |
| 2:31 |
| 10. | "Deus Mãe" (com KING Saints) |
| 2:20 |
| 11. | "Ogum Me Rodeia" (com Maria Bethânia e Letícia Fialho) |
| 3:55 |
| 12. | "Contemplação" (com Grupo Ofá) |
| 3:26 |
| 13. | "Pra Você Gostar de Mim" |
| 2:20 |
| 14. | "Divino Sexual" |
| 3:32 |
| 15. | "Azul" (em espanhol) |
| 3:22 |
| 16. | "Respira" |
| 3:14 |
| 17. | "Okê" (com Brô Mc's e Katú Mirim) |
| 2:42 |
| Duração total: | 49:49 | ||
Notas
- O Disco 2 de Equilibrivm II reproduz a lista de faixas da edição padrão de Equilibrivm.
Recepção do público
Turnê
Para promover os dois volumes do projeto Equilibrivm, Anitta realizará nove apresentações intimistas ao longo do segundo semestre de 2026 por cidades brasileiras.[11]
Paradas musicais
| Parada (2026) | Maior posição |
|---|---|
| Portugal (AFP)[12] | 4 |
Histórico de lançamento
| Região | Data | Formato(s) | Gravadora | Ref. |
|---|---|---|---|---|
| Mundo | 23 de julho de 2026 |
|
[13] |
Notas e referências
Notas
Referências
- ↑ «"Por que Anitta deixou os EUA e voltou a morar no Brasil? Cantora explica"». UOL. 17 de setembro de 2025. Consultado em 29 de julho de 2026. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2026
- ↑ «"Anitta revela gravação de mais de 70 músicas para novo álbum de 2026"». Terra. 19 de janeiro de 2026. Consultado em 29 de julho de 2026. Cópia arquivada em 20 de janeiro de 2026
- ↑ Ferreira, Mauro (16 de julho de 2026). «Anitta anuncia data da edição do álbum 'Equilibrium 2' em meio a especulações sobre conexão com Maria Bethânia». g1. Consultado em 20 de julho de 2026. Cópia arquivada em 18 de julho de 2026
- ↑ Marques, Jovi (20 de julho de 2026). «Anitta terá Maria Bethânia em "Equilibrium II": veja os artistas que estarão no disco». Papelpop. Consultado em 20 de julho de 2026. Cópia arquivada em 24 de julho de 2026
- ↑ Vila Nova, Leonardo (20 de julho de 2026). «Alceu Valença anuncia participação em "Equilibrium II", de Anitta». Folha de Pernambuco. Consultado em 20 de julho de 2026. Cópia arquivada em 24 de julho de 2026
- ↑ Ferreira, Mauro (3 de agosto de 2026). «Anitta inclui sucessos de Gilberto Gil, Natiruts e Gerônimo no roteiro de 42 músicas do show da turnê 'Equilibrium'». G1. Consultado em 3 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 6 de agosto de 2026
- ↑ «Equilibrivm II: veja referências da segunda parte do álbum de Anitta». Web Stories CNN Brasil. Consultado em 6 de agosto de 2026
- ↑ «Anitta entrega brasilidade no álbum 'Equilibrium II' com mix de Carmen Miranda, Djavan, sambas e forrós». G1. 23 de julho de 2026. Consultado em 6 de agosto de 2026
- ↑ «Crítica: Disco 'Equilibrium 2' brilha com Anitta nas encruzilhadas afro». Folha de S.Paulo. 24 de julho de 2026. Consultado em 6 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 1 de agosto de 2026
- ↑ Oliveira, Natalie (29 de julho de 2026). «EQUILIBRIVM II: entenda o significado de cada música do novo álbum de Anitta». Atlântida. Consultado em 6 de agosto de 2026
- ↑ «Equilibrium Tour de Anitta: como garantir ingressos na venda geral». Capricho. Consultado em 1 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2026
- ↑ «Top 200 Álbuns: Semana 31 de 2026» (PDF) (em inglês). Associação Fonográfica Portuguesa. Consultado em 8 de agosto de 2026
- ↑ «EQUILIBRIVM II — álbum de Anitta». Apple Music. Consultado em 27 de julho de 2026. Cópia arquivada em 27 de julho de 2026
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